quarta-feira, 8 de outubro de 2008

50 Hertz (Hotel Cambridge) @ Todas as Quintas Feiras de Outubro.




Cultura do grave é o nome da crew de que vem fazendo muito barulho em São Paulo, com seus diversos eventos ligados a cultura reggae e suas vertentes que não são poucas. Em parceria com a prefeitura de São Paulo, realizaram também outros projetos como: Soundsystem Culture, que acontecia todas as quartas-feiras na conceituada galeria Olido, no centor de Sampa, com apresentações de Dj’s Mc’s e produtores fazendo Live P.A. A Cultura do grave Crew não para por ai, a novidade é a festa 50 Hertz que vai rolar todas as quintas-feiras no Hotel Cambridge, na sala Salvador, á partir do dia 25.09. A proposta dessa noite além de reunir amigos e amantes da música eletrônica com pitadas de reggae e explora os mais diferentes campos do estilo, que por ventura esta em alta na noite paulistana. Boomshot Sound e Planeta Dub são os selectas residentes da noite e se revezam em rotação semanalmente, sempre com atrações nacionais e internacionais como, Dj’s, Mc’s e Produtores (Live).



segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Rádio.




O rádio nasceu de uma manifestação popular. A AM (Amplitude Moduladas) usa uma linguagem próxima do ouvinte, buscando mais intimidade com o publico, se preocupa com a participação deles no ar, geralmente as rádios transmitem 70% de informação e 30% de música.
A FM (freqüência moduladas) usa uma linguagem direta e objetiva, busca instantâniedade e fidelidade do ouvinte. A música é seu caro chefe.
As principais características do radio são: linguagem oral, mobilidade, instantâniedade e a sensorialidade. O texto é simples, claro, direto, a música da ritimo ao texto, ilustra o, conteudo e substitui as palavras; efeitos sonoros, ruídos, criam um ambiente que instigam a imaginação.

E para os apreciadores e colecionadores de aparelhos de radio, vai ai alguns modelos que marcaram época no Brasil e no mundo. Em um bate papo bem descontraído com Aníbal Carlos, proprietário e vendedor dessas raridades ele nos conta um pouco sobre as marcas e anos de fabricação.
O 1ª é um Philco modelo Transglobe de 1975, acima temos o americano GE fabricado em 1958, ao lado esquerdo ganhado destaque com o seu vermelho Ferrari tem o charmoso Randix, também americano, que foi sucesso no ano de 1982, e por fim, a baixo do Randix, uma replica do radio alemão dos anos 30, ele é o Grundine, clássicos dos clássicos, pra fechar com grande estilo.

Todos estes modelos estão expostos na P. Bedito Calixtro, todos os sábados á partir das 10h da manhã.

Texto/Fotos:
Carlos Negrulho.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Mão na massa.





Este é o José Arnaldo, maranhense de 50 e alguns anos é músico percursionista, e faz parte do grupo de capoeira angoleiro, vive a muitos anos em São Paulo ganhando a vida com artesanato e percussões confeccionadas por ele mesmo. Seu ponto de encontro é na Praça B. Calisto, aonde ele tem uma barraca que vende produtos artesanais de sua autoria.
Texto/Fotos:
Carlos Negrulho

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Tempos Modernos.


Uma Comparação com os filmes Tempos Modernos e "Nós que aqui estamos, por vós esperamos" de M. Masagão, em conecxão com os textos: Condição Pós-Moderna de David Harvey.

Introdução

O século 20 foi marcado pela segunda guerra mundial, foi também conhecido por era da imagem, a era moderna, modernismo. A tecnologia chega com ela vêm, as informações gerando um mal estar nas pessoas que viveram na neste século, o trabalho aumenta, e as indústrias vivem um dos seus melhores momentos e o trabalhador começa a sentir os benefícios e os malefícios da era moderna.

Tempos Modernos

Tudo começou lá trás com: o iluminismo considerava axiomática a existência de uma única resposta possível a qualquer pergunta. Seguia-se disso que o mundo poderia ser controlado e organizado de modo racional se menos pudesse apreende-lo e representa-lo de maneira correta.
Em 1848, a idéia de que só havia um modo possível de representação começo a ruir. A idéia do iluminista foi crescente contestada e determinou por ser substituída por uma ênfase em sistemas divergentes de representações, a humanidade se emancipou das divindades e optou pela mobilização das forças tecnológicas, da ciência e da razão. Esse fato permitiu que o homem se emancipasse da comunidade e da tradição da idade média em que sua liberdade individual estava submersa. sua afirmação do ‘’ eu sem Deus’’, a verdade de Deus foi já não era o que o ser humana queria seguir, daí pra frente deixo de existir meta espiritual, a razão passou a ser um instrumento para subjugar, o poder da razão abandono a verdade de Deus.
A modernidade pode ser definida como metade da arte, sendo a outra o eterno e o imutável ou um conceito que lidar com o campo das opiniões, forças políticas que não podem ser ignoradas, sendo assim a cultura capitalista avança, transformando a cultura, e o sistema global, indo contra os paradigmas: sobrenaturais culturais e sociais e econômicos.
O século 20 foi marcado pela segunda guerra mundial, foi também conhecido por era da imagem, a era moderna, modernismo. A tecnologia trazendo uma nova fase para industrial, que á partir daí começa a fazer grandes contratações para essa nova era industrial, o trabalhado levou algum tempo para aprender a manipular as maquinas modernas, o trabalho se tornou repetitivo, isso trouxe um mal estar, alienação para o trabalhador, eles se tornaram uma ferramenta fundamental no funcionamento das maquinas, cada um tinha a sua função o trabalho não parava, era constante, os trabalhadores eram insubstituível, sendo assim se sentiam casados desgastados, estressados ao ponto de afetar até o emocional, e o psicológico, estavam totalmente a mercê do trabalho, já não tinham tanto tempo para família, lazer e esportes, estavam se tornando vitimas e escravos dos trabalhos, o que era pra ser benéfico com a vinda da modernidade, estava se tornando maléfico em todos no aspecto da indústria.
O modernismo trouxe muitas coisas lindas como: arte, moda, arquitetura que era responsável pelo novo visual estético, mas por um outro lado, o povo desfavorecido continuava sofrendo a miséria, em alguns lugares o luxo em outros o lixo espalhado por todos os lados, junto com a escassez e também o mal estar de observa o belo e não poder ter, por conta disso o ser humano retornou a pensar no fato da razão, liberdade individual, o ‘’eu sem Deus’’ talvez que se torno uma contradição, um motivo para refletir negaram a Deus ou a si mesmo? Será que o pós - modernismo poderia conviver reafirmando a verdade de Deus sem abandonar os poderes da razão?

terça-feira, 2 de setembro de 2008

GLSL risca no metro '' Nós somos um só''


Até mesmo dentro do metro de São Paulo a artista não perde tempo para riscar osseus famosos esboços, e tudo isso aconteceu com direito a platéita, todos presentes torciam para que artista plastica, cumprisse a grande missão de fazer uma arte em papel sulfite, com o metro em movimento sem perder a posse e sem descarrilhar dos trilhos dos traços da obra, pois riscar em um metro paulista em movimento não é pra qualquer artista.


Foto/Texto:

Carlos Ngerulho

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O dia em que a cidade de São Paulo amanheceu cinzenta.




O prefeito Kassab lançou a Operação Cidade Limpa, e realmente limpou tudo mesmo, sobrou até para as famosas obras de artes plásticas produzidas por artistas renomados do grafite, elemento da cultura Hip hop que vem a cada dia ganhando seu espaço por conta de obras grandiosas e grandes nomes brasileiros, levando o grafite aos grandes pódios da arte contemporânea de vanguarda.
Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura de São Paulo, foi um grande mal entendido. Gilberto Kassab passou um comando para retirar todos os tipos de publicidade ilegais e desproporcionais, pichações e etc, no intuito de padronizar os painéis e outdoors, para suavizar a poluição visual da cidade de São Paulo, porém os grafites acabaram sendo confundidos com pichações e foram apagados com tinta na cor cinza.

Fotos/Textos Carlos Negrulho.
Fotos 1 e 2 Viaduto Sumaré, 3 encontro de grafite em S. Miguel.

Vestes Sagradas – Vestidos de Noivas





A ABAPC – Associação Brasileira dos Artistas Plásticos de Colagem realiza no metrô estação da Sé uma exposição bem exótica que leva o nome de “Vestes Sagradas”
Vestes sagradas – Vestidos de noivas é o nome da instalação composta por vestidos originais de diferentes décadas e, também de criações nas quais cada artista plástico utilizou elementos do cotidiano, destacando a união entre o sagrado e o profano.
As vestes sintetizam uma poética familiar, revelando a herança do sonho feminino.
Isso nos leva a refletir sobre o casamento que nos dias de hoje ouve se falar muito pouco, para os casais modernos de hoje, o casamento é coisa do passado, o modernismo para alguns grupos sociais permite relacionamentos mais liberais, do tipo ninguém é de ninguém que representa profano.
Mas o destaque da instalação não esta somente nas obras profanas, o sagrado também ganha o seu espaço provocando a idéia da pureza, da noiva se guarda para o marido naquele grandioso dia, representado pela pesa de madeira, que é um material forte, que fala de resistência, mas que carrega uma frase em vermelho falando da fragilidade da imperfeição carnal para manter os princípios sagrados.

Apoio: cultural Museu do Casamento
Curadoria: Robert Richard
Realização: ABAPC – Associação Brasileira dos Artistas Plásticos de Colagem
Fotos/Textos: Carlos Negrulho.

Futuro do Páis




Julho de 2008, mês de férias escolar, onde estão as crianças desse Brasil, o que fazem durante esse período? No extremo leste de São Paulo em S. Miguel me deparei com um grupo de crianças, que em meio-a dificuldade local do bairro encontram divertimento.
São 00hs e alguns minutos, faz muito frio em SP, e esses garotos se divertem em volta da fogueira, que fica a margem do rio tiete e ao lado do lendário campo de futebol do Bahia, que hoje é um terminal de ônibus. Em volta do fogo eles brincam, se divertem, se aquecem em quanto o tempo passa, pois muitas dessas crianças ainda não sabem o que é ter uma televisão ou um micro computador em casa, outros nem família têm. Mas nem por isso deixam de ser criança, se divertem do jeito que da, são criativos! Transformam um cenário de tristeza em alegria.

No dia seguinte não foi diferente, diversão não falto para essas crianças, soltam pipas, jogam futebol e quando se cansam ficam observando o rio, os ônibus que ali passam e o trem que passa por cima de uma parte do córrego.

Olhando para o futuro nesse mesmo anglo, esse lugar provavelmente vai estar vazio a não ser que construam alguma estrutura ali, ou se outras crianças usarem esse lugar para brincar. Ainda de olho no futuro, mediante as circunstancias local, da pra notar que alguns não passaram dos 15, 20 anos de vida, outros não terminaram o 2° grau, outros estaram sujeitos a ser presos por n motivos, outros irão se tornarem pais de famílias, e apenas um entre os seis garotos, ira se forma na faculdade, ou se torna músico, jogador de futebol, pastor, professor, jornalista ou empresário.

Fotos/Texto:
Carlos Negrulho
Fotos: Campo do Bahia em S. Miguel Pta as margens do rio Tiete.

domingo, 27 de julho de 2008

Contraste




São Paulo e seus contrastes, grande é o choque cultural e social, e o que mas chama atenção e choca, é o desequilíbrio social, o Brasil tem crescido em algumas áreas e tem fechado os olhos para um visão constante do dia-a-dia, que é a pobreza, que também tem crescido todos os dias de uma forma acelerada, poucos percebem, pois realmente em outros aspectos o pais tem fluido.
Essa situação tenebrosa só tem uma visão bela, quando exposta dessa forma artística, filosófica através de uma fotografia jornalística, mas para quem sobrevive nessa condição social é lastimável, pois são situações em que pessoas, seres humanos estão perdendo a expectativa de vida, sendo que; se os responsáveis pelo pais, se aterem sobre a essa realidade e tomarem posicionarem sobre esse fato como verdadeiros lideres de comunidade, estado e pais, todo esse histórico de vida pode ser modificado, criando uma nova história de igualdade social e de educação, para uma formação de brasileiros com nível acadêmico para fortalecer e honra o pais.

Algumas vezes paro para pensar em situações como essa da fotografia, e fico tentando entender alguns fatores que levam pessoas ou famílias a essas condições ou pior, e vejo que não tem como chegar na raiz do problema e não se depara com o sistema, isso me leva a crer mas em min, nas minhas idéias, pensamentos, cada um tem a sua própria vida, sendo assim o sistema tem o intuito de uniformizar a todos, mudando conceitos, origens, costumes, itens que são essencial para um pessoa na formação do seu caráter.
O dinheiro não é tudo, nem todos têm a meta de se tornarem milionários, mas todos têm o desejo se ser livres, desprovidos de pré-conceitos e das pressões psicológicas de acordar no outro dia e de não ter a certeza se vai ter o que comer, beber e vestir.
Texto/Foto:
Carlos Negrulho
Foto 2: Viaduto Sumaré, prox Henqui Schauman.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Da costela para o coração.




Da costela para o coração.

Saiu da costela, da costela de Adão, para que ele não se sentisse só, pois nenhum homem conseguiria viver em um mundo tão grande sem uma "ajudadora" para estar ao seu lado lhe auxiliando em todas as coisas.
Também saiu da costela do homem, para ter e dar a vida. São elas que a geram, são elas que sentem a dor do nascimento, para nos dar o prazer de sermos pais.
Como seria o mundo sem ela que saiu da costela, para ser; bela, sensível, amável e também insegura?
Pois sente constantemente a vontade de ser adorada, elogiada, conquistada e bem tratada, não somente como amiga, noiva ou esposa, mas como uma pedra preciosa, pois a mulher é a coisa mais preciosa do que qualquer riqueza que um homem possa a ter ou conquistar.
Saiu da costela, nos deixando um grande vazio, que só é preenchido quando ela retorna se aliançando em um ato de amor eterno, por que não existem várias e sim aquela que saiu de dentro de ti, pois só uma vai se encaixar e preencher o vazio que ficou sem acrescentar dores rss.




Texto/fto edit
Carlos Negrulho.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Cultura?


Vai aiiii uma indicação, de um livro muito bom, ''O que é cultura,'' que tras todos os aspectos culturais , fiz um breve analise e uma reflitição sobre o tema.


Introdução


A cultura é uma preocupação contemporânea, por que se mantém viva até hoje nos tempos atuais, e a cada dia que vivemos, nos deparamos com diferentes culturas, sejam elas ligadas ao comportamento do ser – humano, até o convívio entre os diversos grupos sociais que estão espalhados pelo pais, e pelo mundo, formando esta grande nação terrena.


O que é cultura?

Muitos são os caminhos que conduziram os grupos às suas relações presentes e as suas perspectivas de futuro, pois é preocupante ver a espécie humana evoluindo a cada dia e não se preocupa com a cultura natural de cada grupo independente de cada caminho a evolução nos conduz, pois a cultura deve ser mantida em sua essência, pois é uma das únicas coisas que diferencia um ser humano do outro, pois todo tipo de cultura é bem vinda, por que a diversidade cultural, é a que pode quebrar o formalismo, que gera divisões, pré-conceitos e alienação.
Por isso, ao discutirmos sobre cultura temos sempre em mente a humanidade em toda sua riqueza e multiplicidade de formas de existência. São grupos de diferentes realidades humanas, e são essas características que os unem e diferenciam.
As culturas variam na medida em que as razões e princípios de comportamentos humanos se tornam questões que provocam discussão. Toda cultura tem a uma realidade, e toda realidade de uma cultura tem um fundamento, que faz com que aquele grupo viva ligado a princípios, costumes e comportamentos.
De fato, a preocupação de entender isso é uma conquista contemporânea. Cada realidade cultural tem a sua lógica interna, á qual devemos procurar conhecer para que façam sentidos as suas práticas, costumes, concepções e as transformações pelas quais passam.
As variações nas formas de família, por exemplo, ou nas maneiras de habitar, de se vestir ou de distribuir os produtos do trabalho não gratuitos.
Pra ter uma boa visão e compreensão da cultura exige que se pense nos diversos povos, nações, sociedades e grupos humanos, é porque eles são interação. Ao trazermos essa realidade perto de nós, a questão da cultura torne-se tanto mais concreto quanto adquire novos contornos, a discussão sobre cultura pode nos ajudar a pensar sobre nossa própria realidade.
Texto
Negrulho

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Essência


Em meio tantos quadros divinos e maravilhosos da artista plastica GLL e S, tive a onra de ver de perto um dos primeiros, ou seja o terceiro, hoje são muitos, ela segue uma linha espontânea de criação, tem que ter muita senssibilidade e paciência "rss" pra discerni o centimento expressado em qualquer um das suas obras, pois muitas das vezes ela não quer dizer nada, você ou qualquer outra pessoal pode falar por ela, e isso nos tras liberdade para interagir com a artista.


Segura a F aEEEEE!!!!

Fto: GLL e S


Foto by: Negrulho.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Livro, língua e linguagem.




Livro, língua e linguagem.

Dentro de cada livro existe um universo, com várias histórias, cada uma delas retrata uma experiência, sejam elas, pessoais ou fictícias. Bom podemos ver que dentro de um livro tem algo novo para enriquecer os nossos conhecimentos gerais.
A leitura e o entendimento é algo pessoal para cada pessoa, você fica livre para formar a sua opinião sobre o que lê, sem deixar de falar que a leitura, é um exercício que aperfeiçoa a nossa língua, nos dando uma maior e melhor estrutura para estabelecermos comunicação entre pessoas de diversos grupos sociais.

Essa obra nos trás algo muito forte para refletirmos, ela fala de degraus e nos mostra um livro em um patamar elevado, será que precisamos subir alguns degraus para termos a leitura como estilo de vida, ou a cada livro que lemos, nos leva aos patamares de conhecimentos elevados?
Sesc 24 de Maio
Texto/Foto:
Carlos Negrulho

Não deixe o livro de lado.


Não deixe o livro de lado.

Fiz essa foto com o livro de lado, para retratar uma fase em que livros estavam distantes do meu alcance, (por conta dos “degraus”) e hoje vejo que eles são meus amigos, e que o livro é meu braço direito.
Sesc 24 de maio
Texto/Foto:
Carlos Negrulho

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Nó na língua


Nó na língua
Usos e desusos da língua portuguesa.

As línguas existentes são vivas e dinâmicas. A língua portuguesa é utilizada por mais de 200 milhões de pessoas, na África, na Europa, na Ásia e claro, na América. Por aqui, o tupi – nossa antiga língua “primeira língua” – era reconhecido até meados do século XVlll, quando ouve a sua proibição, acompanhada da expulsão dos jesuítas, que a tinha estudado e difundido. Das línguas indígenas vieram e geográficos e palavras ligadas à fauna e à flora. Com a virada do século XlX para o XX, entram em cenas as influências Africanas (principalmente do ioruba nigeriano), italianas, alemãs, francesas, inglesas, japonesas, dentre muitas outras, permitindo um caudal expressivo de novas palavras. À vastidão que se estende por culturas e nacionalidade segue uma outra, a dos caracteres e dialetos regionais: da fala caipira às entonações citadinas; da norma culta às informalidades urbanas e rurais.

O Sesc SP, abre as portas para à população ter acesso ao universo histórico, cultural e comunicativo da língua portuguesa é, também, uma oportunidade ampliada de marcar suas normas e sublevações poéticas, sua importância para a formação da identidade, seu lugar como fator de interação social, de aquisição de poder e distinção de conhecimentos e saberes, assim como seu uso nas relações de poder e distinção. Nas artimanhas da língua e da fala.
A intenção do Sesc é, que esse tema NÒ NA LINGUA venha gerar, além de recreação, a inquietude do aprendizado. (Danilo Santos de Miranda), Sesc.

A língua que brinca

Santa mãe gentil
Obra de Julio Djcsar

Toda língua é um monumento à criatividade humana, expressando, além de modos de pensar e emoções, inúmeras formas lúdicas de se olhar para o mundo. Desde que o ser humano aprendeu a falar e a escrever, o ser humano inventou jogos e brincadeiras com aspecto sonoros, visuais e semânticos de palavras e frases, que dão vazão ao bom-humor, á ironia e a uma visão espiritual da vida. ( Sesc).



Esse trabalho é um dos que mais se destacam no espaço Sesc 24 de Maio, vi de perto fotografei e indico.

Essa obra é uma espécie de uma capela religiosa, não necessariamente na questão religar-se, mas em questão da crença, a fé individual de cada um, o que mais me chamo atenção nesse trabalho foram as famosas frases do dia a dia que estão associadas a Deus, como: Comer o pão que o diabo amassou, a voz do povo é a voz de Deus, Deus escreve certo por linhas tortas, (escreveu, não leu, pau comeu), filho de peixe peixinho é, essas são algumas de muitas outras frases. A nossa sociedade é um labirinto, muitos vivem condicionados, aos caminhos de sempre, a mente acaba ficando condicionada ao cansaço, dependendo de uma visão que satisfaça as suas fantasias, sonhos e desejos, não há diferença entre uma pessoa sem informação e um bebê, ambas vão aprendendo tudo aos poucos, passo a passo, se alimentando de leite materno pra depois se receber o sólido, as pessoas só conhecem a si mesmas, Sócrates tinha um processo chamado indagação, ele refletia sobre tudo, por exemplo: arvore tem folhas, mas não é alface rss...
Através da indagação vem o conceito, permitindo uma visão mais ampla do conteúdo, essa obra é muito interessante pois mostra um lado religioso atual, aonde o ser humano tem a necessidade de estar ligado em algo sobrenatural, pois tudo que não se explica no físico
as pessoas buscam explicação no sobrenatural, como por exemplo a marte, pra onde você vai depois desse plano??? rssss... (Carlos Negrulho).